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20 de janeiro de 2013

Prancha de Madeira na Rede Globo

Matéria para o programa Altas Horas do Serginho Groisman com Alemão de Maresias surfando de fish, alaia e SUP de madeira da A Flora.

http://globotv.globo.com/rede-globo/altas-horas/t/programa/v/serginho-groisman-apresenta-o-trabalho-de-kiko-oracio-e-tiago-matulja/2356799/

4 de outubro de 2012

Surf Road

 Bruninho e Filipinho estiveram na oficina da A Flora e puseram as mãos na massa para shapear uma alaia, confiram o video.



Programa Surf Road do surfista profissional Bruno Santos da Rip Curl e Renault Sandeiro Stepway quando passou por Ubatuba e visitou a fábrica da A Flora Ecoboards em Itamambuca. Com os shapers Kiko Horácio e Tiago Matulja e o ídolo da nova geração o ubatubense Filipe Toledo fazendo e surfando uma alaia, prancha de madeira ancestral. Produzido pela Guru Filmes. Episódio 4 - Surf Road - exibido em 15/08/12 - bloco 1 na MixTv.

25 de janeiro de 2012

Sustentabilidade sobre as ondas - Revista Hardcore - setembro/11

Matéria sobre sustentabilidade no Surf com A Flora ao lado da SURF!? de Filipe Blanco na edição de setembro de 2011 da revista Hardcore.



 A prancha oca de madeira, um shape feito de material organico ao lado do foguete de isopor reciclado fez nascer um novo conceito, misturando as técnicas, estamos produzindo pranchas em isopor reciclado revestidas em laminação da fibra natural de bambu trazendo muita resistência ao conjunto.

Abaixo temos um SUP sem longarina utilizando esta técnica, e ao lado dele um bloco reciclado pronto para o shape.



 

13 de setembro de 2011

Prancha de surf vintage decorativa - revista Wish Casa - setembro/11


Matéria sobre decoração com temas do mar. Com a curadoria da galeria Alma do mar para a revista Wish Casa.

Alaia 8'8"em cedro rosa compõe ambiente com outras peças de design.


9 de setembro de 2011

Planeta Vanguarda

Confiram a matéria que saiu na rede vanguarda, filiada da rede globo do litoral norte e vale do paraíba com agradecimento especial a apresentadora Hellen Santos.

8 de fevereiro de 2011

1º Encontro de Remadores de StandUp Paddle da cidade de Ubatuba

O amigo e shaper Fabio Chati organizou em Janeiro /11 o 1º Encontro de Remadores Stand Up Paddle da Cidade de Ubatuba. Com mais de 30 remadores na água, o evento superou as expectativas. “Isso mostrou a força do esporte. Vieram remadores de Angra dos Reis, firmando desde já um intercâmbio”, comentou Chati, que se mostrou entusiasmado com o resultado. “ Fico muito feliz com a popularização do esporte nos últimos anos”.

 Amadeu, Diogo e Fabio Chati remando na canoa polinésia.

 
 
 Kiko e Diogo representaram a A Flora com um Stand Up 9’6” 100% vegetal feito em madeira e resina de mamona (destaque em círculo vermelho na foto acima).
 
 O encontro rendeu uma bela matéria na Ubatuba em Revista
ano4 #17 - Janeiro/Fevereiro 2011.



2 de abril de 2010

Idéias para ajudar a salvar o planeta - Jornal Hoje em Dia - Belo Horizonte


A produção de peças a partir de materiais reciclados faz a cabeça de jovens empreendedores.

A criação de materiais úteis e a redução do consumo de produtos industrializados podem ser alcançadas com a reciclagem. Coisas que nunca imaginamos reinventadas são frutos desse processo. Conforme a Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), mesmo com todas as campanhas de consumo dos reciclados, 83% da população brasileira não fazem uso destes materiais. Para a ambientalista Ligia Vial, esse comportamento está ligado a aspectos culturais e à organização socioeconômica da sociedade.
“Culturalmente, somos educados para considerar a natureza como celeiro infinito de produção das matérias-primas que necessitamos para viver. Também há que se considerar a insuficiência histórica do poder público em não oferecer estrutura para que a população faça sua parte. Não adianta separar produtos recicláveis, se não forem encaminhados para processamento industrial”, pontua.

No Brasil, ainda não se tem uma dimensão do total de empresas que fazem uso da reciclagem. A título de comparação, o percentual de lixo urbano reciclado na Europa e nos EUA é de 40%. Esse número tende a diminuir nos países desenvolvidos, mas por uma boa causa, já que existe uma política de redução da própria produção do lixo. Tanto nos domicílios quanto na indústria, o que é levado para a coleta é um volume menor, pois há uma redução na produção e há uma seleção prévia desse lixo, do que não vai para o aterro, e sim para a reciclagem.
De acordo com Ligia Vial, “a maior parte das cidades brasileiras ainda não possui políticas de incentivo à reciclagem e muito menos adota a coleta seletiva. Portanto, é necessário que a mudança comece pela atitude de cada um”. Foi seguindo este pensamento que um grupo de amigos, composto por três designers e um administrador, se uniu em prol de uma boa causa.
Há dois anos os mineiros de Belo Horizonte Tiago Eiras, 21 anos, Rafael Quik, 21, Paulo Pitella, 23, e Pedro Franco, 23, montaram a MIHO Eco-design, empresa que trabalha com produtos ecologicamente sustentáveis. “Nós sempre trabalhamos juntos na área de design, mas era informalmente. Depois, tivemos a ideia de fazer algumas camisas a base de algodão orgânico e colocar para vender”, conta Rafael. Todos sempre se preocuparam com a questão de responsabilidade socioambiental, além do conceito estar mercadologicamente em alta no momento.
O mesmo ideal move o designer Tiago Matulja, 32 anos, que junto com seu amigo Kiko Horácio, 44 anos, criou em 2006 a Flora Ecoboards, na praia de Itamambuca, a 15 quilômetros de Ubatuba, São Paulo. A empresa dos sócios, que também são surfistas, fabrica pranchas a partir de restos de madeiras que vêm parar na areia trazidos pelas ressacas do mar.

Outros materiais que compõem os produtos são aqueles deixados na oficina por vizinhos, que sabem do trabalho de reaproveitamento que Tiago e Kiko desenvolvem. “A reciclagem é algo que já vem antes das pranchas. Com a proximidade que temos com o meio ambiente pelo envolvimento com o surf, o pensamento e a consciência ecológica acabaram se tornando inerente à nossa natureza”, esclarece Tiago.
O designer entrou com a parte de projeto e Kiko levou sua experiência em madeira e equipamentos, já que há alguns anos ele produz móveis a partir da reutilização de madeiras. “Hoje, igualamos nossa experiência aprendendo um com o outro e com o próprio ofício, mas continuamos fazendo a quatro mãos”, diz Tiago.
Não é de hoje que os idealizadores da Flora Ecoboards se preocupam com o desenvolvimento sustentável do planeta. Há mais de 15 anos eles separam o próprio lixo. Com a mesma consciência ecológica, mas com atitudes diferentes, os jovens da MIHO procuram uma maneira de reduzir o impacto ambiental, com a ideia de fabricar camisetas. O trabalho é feito só com materiais recicláveis ou orgânicos, como o algodão usado na composição da malha.
Cebola, cedro, ipê roxo, imbuia, dentre outros são alguns dos elementos da natureza utilizados para dar pigmento às blusas. Já as embalagens são feitas de pedaços de garrafas de vinho e folha de bananeira.

Para Rafael Quick, os jovens que utilizam as camisas asseguram que a malha, em relação ao produto industrializado, é superior devido à qualidade do algodão orgânico. “Hoje em dia, a maioria da sociedade tem uma impressão de que produtos feitos com materiais orgânicos têm um caráter artesanal ou rústico. O nosso propósito é trazer o design das camisas para o cotidiano das pessoas”.
O objetivo de empresas como a Flora Ecoboards e a MIHO vai além de promover o consumo sustentável. Há uma preocupação em proporcionar benefícios ao meio ambiente e atingir um público realmente interessado na preservação da natureza. 

“Hoje já existem alguns produtos com essa consciência, mas o que tem ainda é meio vago e há uma hipocrisia grande. Algumas lojas de marca têm este pensamento, mas vendem os produtos muito caros”, conclui Rafael. Tiago Matulja acredita que o público alvo da Flora Ecoboards são os “surfistas de alma, aqueles que se preocupam com a natureza e com o meio ambiente”. “É muito legal ver o brilho nos olhos de quem vê nosso produto”, afirma.

Estudantes fazem a sua parte
 
A preocupação com a questão ambiental também é percebida em meio aos estudantes. A universitária Amanda Bencupert, 20 anos, pensou globalmente e agiu localmente. Ela é a autora do Ecopet, projeto que visa à criação de telhas feitas a partir de garrafas PET.

“Escolhi o PET porque ele é um material de grande leveza e transparência, é resistente a fatores externos, como chuva e sol, pode ser encontrado em abundância, além de ser um dos principais responsáveis pela poluição urbana”, relata a estudante do 5º período do curso de Ecologia do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH).
A ideia já existe, tanto que empresas de São Paulo, como a Demale Telhas, e a amazonense Telha Leve, já produzem o material com sucesso. “Algumas das telhas tradicionais são feitas de amianto ou do aço galvanizado, ambos são minerais. A extração deles causa um impacto ambiental significativo, como a destruição da fauna e flora local para a implantação das minas”, explica Amanda.
Além de minimizar o impacto causado pelo PET no ambiente, a garrafa, quando reaproveitada, pode trazer também benefícios no âmbito econômico. “A partir da utilização do PET como matéria-prima, podemos diminuir o custo das telhas, contratar mão de obra barata que possa realizar a coleta das garrafas em residências, e até mesmo firmar uma parceria com a prefeitura para usar os PETs recolhidos na coleta seletiva”.
De acordo com Amanda Bencupert, não há registros, em Minas Gerais, da fabricação de telhas com garrafas PET. “Depois que me formar, quero colocar o ECOPET em prática, pois acho que o produto tem muito futuro, além de trazer muitos benefícios para o meio ambiente. Vou continuar pesquisando e depois monto minha empresa”, declara.
Embalagens usadas, papéis, latas de alumínio e sacolas plásticas são materiais comumente reutilizados. Mas você já parou para pensar que lona de caminhão também pode entrar na lista dos recicláveis? Bolsas, cintos e bonés são frutos dessa matéria-prima inovadora.
Enquanto os jovens garotos da MIHO produzem camisetas com matéria-prima natural, a Lonna fabrica acessórios com as lonas recicladas. A empresa coordenada por Sérgio Neto, 38 anos, e Bruna Fernandes, 21, existe há três anos. A importância ambiental é um dos pontos fortes que cativa os clientes preocupados em estar na moda, mas sem degradar a natureza.
(*) Esta matéria foi produzida e editada pelas alunas do curso de Jornalismo do Centro Universitário de Belo Horizonte ( UNI-BH): Fernanda Oliveira, Geanine Nogueira, Mariana Medrano, Najela Bruck (6º período).
Supervisão: professor Fabrício Marques (MG 04663 JP). 16/11/2009 - 10:50

28 de setembro de 2009

Pé na tabua - Revista Trip # 181 - Especial Desaceleração - resgatando os velhos sentidos do surf e o prazer de viver sem pressa.

Pé na tábua

As Alaias, pranchas que os havaianos usavam há um século, só funcionam com muita calma

15.09.2009 | Texto por Flávio Ascânio Fotos Aleko Stergiou
http://revistatrip.uol.com.br/revista/181/especial/pe-na-tabua.html



O surfista esquisitão chamava a atenção dos poucos que se aventuraram naquela manhã fria e nublada na praia do Tombo, no Guarujá. Esperando as ondas, o atleta ficava só com a cabeça fora da água, mais parecia um banhista. Na hora de descer pela onda, mais estranhamento. Tudo lento, nada de batidas rápidas ou manobras elaboradas. A convite da Trip, o free surfer profissional Junior Faria testava uma legítima Alaia de 6 pés. Essas pranchas são réplicas dos boards usados no Havaí há um século. Feitas de madeira e sem tratamento algum de verniz ou resina, não têm quilha ou leash, mais parecendo uma tábua de passar roupas fininha.

“Tem que ter cabeça aberta, entrar disposto a reaprender a surfar”, explica Junior, 22 anos, mais acostumado a desbravar novos picos com manobras rápidas e voando baixo com pranchas do século 21. Na Alaia, nem adianta sair rápido, com batidas frenéticas. A prancha desgarra e você perde a onda.

SURF DE RAIZ
O revival da Alaia começou quando o shaper australiano Tom Wegener visitou o museu de pranchas da universidade do Havaí e viu antiquíssimas tábuas de madeira usadas no surf havaiano, entre elas a Alaia. De volta à Austrália, decidiu construir algumas, quatro anos atrás. Foi seguido pelo irmão John, que fez o mesmo em sua loja na Califórnia.

Logo a ideia de pegar ondas com essas peças retrôs virou febre entre surfistas de peso como os irmãos Malloy, David Rastovich, Rob Machado e o bicampeão mundial Tom Carroll. Mais: esse resgate de um surf clássico, de raiz, inspirou filmes como The Present, que mostra os Malloys, Machado, entre outros, surfando grandes ondas com Alaias.



O neozelandês David Rastovich, um dos pioneiros do resgate da Alaia, encara onda de responsa com a tábua em Mentawaii, Indonésia


O Brasil também entrou na onda. Em Ubatuba, litoral de São Paulo, o desenhista industrial Tiago Matulja e o carpinteiro Kiko Horácio criaram a "A Flora de Itamambuca - pranchas de surf de madeira" especializada em construir diversos modelos de pranchas de madeira, entre elas a Alaia. Além de remeter aos primórdios do surf (incluindo aí não só Alaias havaianas, como também as madeirites, de compensado naval, usadas no Brasil nos anos 50 e 60), as pranchas de madeira são mais ecológicas. Não têm o problema de descarte das tradicionais, feitas de material não reciclável.
COMO NO SNOWBOARD
Foi na loja de John Wegener em Laguna Beach que o surfista e especialista em pranchas Luis Felipe Gontier, o Pipo, comprou a relíquia que emprestou para nosso test drive. “A Alaia ultrapassa nossa concepção de prancha, tem uma performance incrível. Na Alaia, por ser sem quilha, você tem que controlar a derrapagem, como no snowboard”, explica Pipo.

Dentro d’água, há mais diferenças em relação às pranchas comuns. Para atravessar a rebentação, por exemplo, a técnica é outra. O bico largo dificulta, e o surfista tem que afundar a prancha de lado, como uma faca. Uma vez posicionado, o mais difícil não é entrar na onda, e sim dominar a prancha. Se ficar muito pra frente, o bico afunda. A vantagem de tomar uma vaca com a Alaia é que ela é tão fina e de flutuabilidade tão baixa que a onda não leva ela pra areia. Fica meio que no mesmo lugar, como um toco de madeira na água.

No Guarujá, Junior deu umas três embicadas antes de pegar o jeito desse surf slow-motion. Mas saiu da água com um sorriso no rosto. “Depois que você se adapta, é só diversão.” Entender sua curtição é mais fácil ao se lembrar que free surfers como ele entram nessa justamente para dar um tempo de campeonatos e curtir um surf mais tranquilo, viajando atrás de boas ondas, com a cabeça fresca.
Até o fotógrafo Aleko Stergiou teve que se virar para registrar a session. Um dos principais fotógrafos de surf brasileiros, Aleko encara nadando e com uma câmera na mão ondas que a maioria não chega perto nem de jet ski. “Nunca havia feito fotos de surfistas com prancha Alaia. Tive que chegar bem mais perto.” Com pranchas convencionais, o atleta ajuda, vai mais perto da câmera pra fazer a manobra. Na Alaia, não há essa mobilidade. Portanto, o negócio é desacelerar e surfar curtindo, sem se preocupar com avaliação de juiz, manobras apressadas ou mesmo com o clique.


Antes de pegar o jeito de surfar da alaia, Junior deu umas embicadas

23 de março de 2009

Onda retrô - Revista Trip # 175 - Tag Esporte e Tecnologia

Uma enxurrada de novos modelos e materiais para pranchas começa a ganhar os shapers

20.03.2009 | Texto por André Mascarenhas Fotos Nelson Mello
http://revistatrip.uol.com.br/exclusivas/175/onda-retro/page-1.html


Um surf menos voltado para a alta performance e cada vez mais preocupado em celebrar as sensações e valores que fazem do esporte um estilo de vida. Após anos de "ditadura" das triquilhas, uma enxurrada de novos modelos e materiais para a construção de pranchas começa a ganhar a confiança de shapers e surfistas brasileiros, que parecem estar revendo a obsessão por mimetizar o padrão WCT em busca de um estilo mais suave e em maior sintonia com a essência do surf.

A popularização das pranchas que resgatam linhas que por anos ficaram esquecidas, ou postas em segundo plano, são o exemplo mais visível dessa tendência. Chamadas de retrô, a diferença dessas bóias para os modelos produzidos no passado está no fato de as primeiras não ignorarem os avanços obtidos até agora no processo de produção de pranchas. Pelo contrário: elas são o fruto das possibilidades abertas pelas tecnologias mais avançadas.

Mas não são só essas as opções para os que procuram uma maior identificação com o "soul surf". Uma das origens do esporte, o stand up paddle – aqueles pranchões em que o atleta permanece o tempo todo de pé, locomovendo-se com a ajuda de um remo – é hoje uma das modalidades que mais avançam tanto na preferência dos surfistas como no desenvolvimento dos equipamentos. Há ainda as pranchas ecológicas, feitas com materiais recicláveis, que vão do industrializado isopor à madeira certificada. Por fim – e menos ecologicamente correto –, novos processos industriais para a construção de pranchas pré-moldadas e com características diferentes dos materiais mais populares também compõem o leque de opções para os surfistas que procuram novas experiências na água.

Isso não significa, é claro, que o número de praticantes do esporte usando pranchinhas com design semelhante às que se vê no circuito mundial irá diminuir. Quase todos shapers e atletas concordam que dificilmente alguma outra configuração de quilhas e design conseguirá ser tão eficiente e versátil para a realização de manobras. Ainda assim, também é verdade que cada vez mais surfistas – profissionais e amadores – têm se permitindo experimentar novas sensações no free surf, num movimento que além de resgatar estilos e linhas que pareciam adormecidas, contribui para elevar o nível de performance da galera também nas triquilhas.

O resultado disso é o que se vê hoje na maioria das praias e salas de shape: uma variedade de pranchas que utilizam décadas de evolução do esporte para buscar combinações antes inimagináveis de design, tamanho e configuração de quilha.

A monoquilha tamanho 5'7" do fotógrafo Rafael Muner, 24, é um exemplo dessas novas possibilidades. Do tamanho de uma pranchinha comum, a prancha mistura linhas modernas – mais curva no bico e bordas finas – com características de modelos antigos – além de monoquilha, ela utiliza uma rabeta diamond. O resultado é um surf com menos troca de bordas, mas ainda assim bastante veloz. Embora ainda prefira sua triquilha nos dias de maior pressão, Muner vê a experiência como uma oportunidade de fazer uma linha diferente, sem perder a agressividade. "Ela vai bem numa onda mais de pé. É boa para tubos, porque acelera muito. Vejo como uma forma de continuar com a pranchinha e, ao mesmo tempo, fazer um surf mais clássico", explica ele, que destaca que não é em toda onda que o modelo funciona. "Num mar mais gordo, fica complicado."

Especializado na criação de modelos que combinam design retrô com características modernas, o shaper da Aerofish, Gregório Motta, 26, vê essa busca por novos formatos de pranchas como uma resposta à padronização imposta pela triquilha. "As pessoas estão começando a perceber que o surf não é só a sensação da pranchinha. Não é só a batida, ser radical. O surf é pegar carona com a onda", resume ele.

Ainda assim, Motta faz questão de ressaltar que seu objetivo não é recriar modelos antigos. "Não dá para regredir. Faço pranchas olhando pra frente", explica o shaper, enquanto mostra algumas de suas criações (todas devidamente "batizadas" com nomes padronizados conforme o estilo). É de modelos como a "cosmic" a que ele se refere. Como uma fish (biquilha que se popularizou a partir da segunda metade dos anos 70, e que está voltando com força), a prancha caracteriza-se por ter bastante área, pouca curva e boa flutuação, facilitando a remada em dias menores. Ainda assim, diferentemente das fishs originais, o modelo tem rabeta mais estreita, com encaixe para três quilhas, o que diminui o raio de curva e dá mais estabilidade de manobra para a prancha.


MODERNIZAR SEM PERDER A TERNURA
O shaper Renato Boreggio, da Stormrider, explica que são basicamente quatro as variáveis que podem ser exploradas em experimentos com pranchas que resgatam o estilo retrô: curva, bordas, fundo e tipo e posicionamento das quilhas – além, é claro, das medidas de comprimento e largura. A lógica: em cima de um outline (o desenho externo) que segue o das pranchas antigas, o shaper trabalha com essas variáveis de forma a atender as necessidades e nível do surfista. Boreggio dá o exemplo de uma biquilha com bico e meio de fish, mas com borda de pranchinha e fundo full concave, características que garantem um surf com mais liberdade nas curvas e boa retomada de velocidade. "As pranchas antigas eram todas mais ou menos iguais, seguindo medidas parecidas. Agora, você consegue dar mais curva para uma prancha que seria reta, por exemplo", explica. "Mas se você moderniza demais, ela perde a essência."

Mas não é só de fishs que o mercado de pranchas retrô sobrevive. Boreggio acaba de preparar uma leva de monoquilhas com características muito parecidas com os modelos em que foram inspiradas, com tamanhos 6"7 a 6"8 e três opções de rabeta: swalow (para um surf com maior quebra de linha), round pin (mais projeção) e wing round pin. A variante moderna mais trabalhada nesses modelos é a borda, mais fina que as originais.

Apesar do furor em torno das pranchas retro, proporcionalmente, ainda são poucas as pessoas dispostas a gastar entre R$ 800 e R$ 1000 em pranchas que não sabem ao certo como funciona. Para Boreggio, isso acontece porque muitos usuários de pranchinha que procuram uma opção para um surf diferente acabam por preferir pranchas que sabem como funciona, como os longboards e os funboards.

O caminho inverso, no entanto, parece ser mais comum. É grande o número de longboarders e surfistas mais velhos que vêem nas pranchas retrô uma opção para uma linha diferente, no surf do dia-a-dia. Faz cinco anos que o longboarder profissional Jaime Viúdes, 33, faz questão de ter em seu quiver pelo menos uma prancha com características retrô, já que ela permite um estilo muitas vezes parecido com o do longboard. "O surfista de long está acostumado a misturar o surf clássico com o radical. Eu surfei durante anos com pranchinha. Pra mim, esses modelos permitem reviver os tempos de radicalidade sem perder a classe", resume Viúdes.

Ainda assim, a busca por linhas diferentes de surf também fascina as novas gerações. O estudante de desenho industrial Lucas Grass, 21, acha que surfar com tipos diferentes de prancha ajuda a aprimorar sua performance. Grass tem em seu quiver duas fish biquilhas, além de pranchas shapeadas por ele mesmo, com blocos de longboards usados.

"Gosto de surfar com qualquer tipo de prancha, de sentir como cada uma funciona na água. Não gosto de me limitar", conta Grass, cuja vontade de experimentar linhas diferentes de surf aflorou no dia em que encontrou um pedaço de longboard abandonado e resolveu transformá-lo numa prancha. "Quando você não se limita, sente seu surf melhorar. Você fica mais calmo, lê melhor a onda."


STAND UP PADDLE
Outra tendência que começa a ganhar força nas praias brasileiras é o stand up paddle, modalidade em que o surfista mantém-se o tempo todo de pé, pegando as ondas com a ajuda de um remo. Concentrado no desenvolvimento e construção desses modelos, o shaper Fábio Chati diz que o stand up vive um momento parecido ao do surf nos anos 70. "Estamos começando a evoluir, na procura de uma prancha o mais manobrável possível", explica.

Chati trabalha atualmente numa prancha para o big rider Rodrigo Resende. Como uma recém-produzida pra ele, a prancha terá menos de 10 pés, e será feita com bloco de isopor e resina epoxi. Além de mais ecológico que o poliuretano e a fibra de vidro, o material dá maior flexibilidade de trabalho para Chati. "O isopor e o epóxi não são tão simples de trabalhar como o poliuretano e a fibra de vidro. Mas me dão possibilidades maiores, uma vez que posso montar uma prancha com colagens do material, fazendo uma bóia com flexibilidades diferentes."

FEITA DE QUÊ?
A busca por novos materiais e processos para a construção das pranchas de surf podem apontar para caminhos totalmente distintos. Do lado tecnológico, pranchas como as importadas pela Hydrotek ganham espaço por serem altamente flexíveis e resistentes, construídas através de um processo de infusão a vácuo que combina vários componentes –bloco de isopor, resina epóxi e um material altamente resistente conhecido como divinicell . "É uma prancha com muita durabilidade. Enquanto uma prancha comum costuma durar pouco mais de um ano, essas pranchas têm uma durabilidade de até oito anos", explica o diretor comercial da empresa, Mário Santos.

Caminhando em direção diametralmente oposta, a A Flora Surfboards, de Ubatuba, bebeu nas raízes do surf ancestral para construir pranchas de madeira capazes de proporcionar uma performance parecida com a obtida pelas pranchas de poliuretano. Tudo começou como uma idéia para construir uma canoa, mas aos poucos o designer Tiago Matulja, 30, percebeu que poderia construir uma prancha de surf toda em madeira.

O primeiro projeto – uma fish 6'0" – nasceu após quase 4 meses de pesquisa, e ficou com quase 9 quilos. Embora não considere isso exatamente um problema, Matulja e seu parceiro Kiko Horácio já fazem hoje bóias com peso que vai de 2 a 3 quilos. "Em alguns casos, eu prefiro uma prancha com mais peso. Mas o maior preconceito que temos encontrado é em relação a isso. Estamos agora procurando formas de fazer pranchas mais leves."

Embora não tenha começado com viés ecológico, o projeto está voltado hoje mais para a educação ambiental do que para a venda das pranchas. Mesmo porque, por ser um processo que requer muito trabalho, os modelos da A Flora Surfboards são bastante caros, podendo custar três vezes mais do que uma prancha comum.

19 de janeiro de 2009

Revista Ragga #20 - agosto/setembro - 2008 - ano3 - pg44

Mensagem originalmente postada em Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Matéria em página dupla na revista Ragga #20, página 44
http://www.revistaragga.com.br


Leia a matéria na íntegra em versão digital. (pg 44)
http://www.revistaragga.com.br/new/flash/revistaDigital/ed20/revista20.html

Agradecimentos a todo pessoal da Revista Ragga em especial à editora Thaís Pacheco. Que se empenhou em fazer essa excepcional matéria.

Revista Beija-Flor #9 - Surfe com Consciência

Mensagem originalmente postada em Quinta-feira, 18 de Julho de 2008

Matéria na revista Beija-Flor, ano 3, número 9. Destaque para foto na capa, matéria Surfe com Consciência. Revista com circulação em Curitiba, Paraná e Florianópolis, Santa Catarina com foco em sustentabilidade, saúde, alimentação, comportamento, espiritualidade, bem estar e cultura de paz.
http://www.revistabeijaflor.com.br

Surf Zen - Jornal Tao

Mensagem originalmente postada em Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

O capítulo 11 do livro Tao Te Ching, traduz exatamente o sentido das pranchas de surfe ocas de madeira, que poderiam muito bem servir de metáfora para compor essa estrofe.

Trinta raios convergem para o meio de uma roda
Mas é o buraco em que vai entrar o eixo que a torna útil.
Molda-se o barro para fazer um vaso;
É o espaço dentro dele que o torna útil.
Fazem-se portas e janelas para um quarto;
São os buracos que as tornam útil.

Desta forma o ser produz o útil,
mas é o nao-ser que o torna eficaz.


O Tao Te Ching , comumente traduzido pelo nome de "O Livro do Caminho e da sua Virtude" , é um dos antigos escritos chineses mais conhecidos e importantes. A tradição diz que o livro foi escrito em cerca de 600 a.C. por um sábio chamado Lao Tzi ("Velho Mestre"), como um livro de provérbios relacionados com o Tao , e que acabou servindo como obra inspiradora para diversas religiões e filosofias, em especial o Taoísmo e o Budismo.

O tema principal do livro é localizado em seu primeiro provérbio: "O Tao que pode ser dito não é o Tao Verdadeiro". O Tao Te Ching situa a origem de todas as coisas no Tao (Caminho, Senda), que longe do conceito de Deus nas religiões deístas, é um príncipio inimaginável, ininarrável, eterno e absoluto, que não pode ser compreendido, já que qualquer tentativa de classificá-lo, cria uma dicotomia que não pode existir em algo Eterno e Absoluto. Já que o Tao não pode ser compreendido, o Tao Te Ching enfatiza que não existem meios de manipulá-lo. Logo os seres devem viver uma vida simples, sem grandes questionamentos morais ou filosóficos, onde se enfatize o "não-agir", isto é, deixar-se guiar pelo curso natural e lógico dos eventos do universo. O homem que seguir este príncipio acaba liberto das vicissitudes da vida, e se torna o "Homem Santo" celebrado no Taoísmo.

Não é à toa que A Flora virou matéria no jornal Tao de Florianópolis - Informativo de Esporte e Saúde. Edição n32 - Agosto de 2008. http://www.jornaltao.com/

Surf Ancestral - Surfe Sustentável - Revista Vida Simples

Mensagem originalmente postada em Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Curi Atá Apenunga, o “pau oco que anda nas ondas” faz história como alternativa de prancha sustentável.Curi atá apenunga. Se ainda falássemos o tupi-guarani, essa seria a frase a ser dita quando as pranchas confeccionadas pelo carpinteiro Kiko Horácio e pelo desenhista industrial Tiago Matulja estivessem a flutuar em meio as vagas da praia de Itamambuca. É lá, numa oficina cercada de mata atlântica, que a dupla fabrica as primeiras pranchas sustentáveis do Brasil. Na contra-cultura de um esporte marcado por pranchas descartáveis, feitas por máquinas e assinadas por números, os ubatubenses buscaram inspiração nas raizes do surfe. No primitivo tempo em que havaianos e polinésios deslizavam sobre as ondas em pesadas pranchas de madeira, que chegavam a pesar até 100 quilos. Na pesquisa, descobriram a origem das pranchas ocas de madeira criadas em 1926 pelo norte-americano Tom Blake, infinitamente mais leves, e que revolucionaram o surfe mundial. Apesar do sucesso na época, a invenção de Blake teve vida curta e foi substituída em 1950 pelas levíssimas pranchas de poliuretano e resina poliester. Uma combinação bombástica: 100% de petróleo, 100% não degradável, 100% tóxica e 99,99% em vigor nos dias de hoje. A resposta da dupla a esta falta de consciência foi resgatar as pranchas ocas de Tom Blake. Mas, podemos perguntar: usar madeira é sustentável? “Aí é que entra a criatividade. Como moramos perto da mata, estamos sempre atento aos galhos e troncos que caem de árvores pioneiras como o guapuruvu e a embaúba. Até com um pinus que achei na praia já fiz prancha” conta Kiko Horácio, que para tornar seu produto ainda mais ecológico passou a usar uma resina vegetal bio-degradável, no lugar da poliester. Além da beleza das pranchas, que podem ser pirografadas, Kiko garante que surfar de madeira traz uma sensação muito boa. “A linha na onda me aproxima do surfe ancestral. E como a prancha é orgânica, e não de plástico, parece que fico totalmente integrado com o mar”.
Para saber mais: http://www.legendarysurfers.com/surf/legends/ls07_blake.shtml http://florasurfboards.blogspot.com/
texto original de Eduardo Petta
foto de Carol da Riva, numa manhã de altas ondas dois dias depois do terremoto. Na sequência fomos surfar na laje do Patiero, pena que a Carol nao foi pra pegar uns ângulos em ação.
Surf Ancestral na matéria para revista Vida Simples no 67, sessão "Mente Aberta" com texto de Edu Petta e foto de Carol da Riva. Muito obrigado à redação da editora abril e à dupla Carol e Petta por abrirem espaço na capa de "tal" revista para a chamada surfe sustentável e por mostrarem ao Brasil uma página dupla com nossas princesas estampadas. Valeu!

16 de janeiro de 2009

Revista Alma Surf - 01/08 - Especial Festival Alma Surf - edição de aniversário - 7 anos - Exposição Consciência

Mensagem originalmente postada em Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008

"Consciência foi o tema da Mostra Internacional da Arte e Cultura Surf deste ano. Os acontecimentos entre os dias 8 e 16 de novembro de 2007 ficaram para sempre marcados na memória da cultura surf mundial. O encontro promovido pelo Festival Alma Surf, revolucionário, propôs um elo salutar e eterno para todo o mundo do surf. Artistas, fotógrafos, shapers, escritores, filmmakers, músicos e pensadores, apaixonados de todas as partes, reuniram-se em São Paulo (Oca do Ibirapuera), Rio de Janeiro (Vivo Rio - anexo do MAM) e Florianópolis (El Divino Club) com o objetivo único de poder desfrutar da melhor atmosfera surf que existe, a da comunicação. Por meio de todas as formas de informação, seja nas insinuações das pinturas e desenhos, seja no impacto provocado pelas imagens, cenas, pranchas ou canções, a troca de idéias foi a mais importante e significativa função do festival. Reunir amostras da arte surf e seus personagens tem se tornado uma marca registrada do 'Brazil Surf Festival', que se consolida na maior expressão surfística que o mundo já viu. Estados Unidos, América do Sul, Europa e Oceania, referências de todos os cantos, buscaram a Alma Surf para expor suas obras e criações, inspirações e pensamentos, todos envoltos de um só propósito, o de viver o surf. O que se viu no Festival Alma Surf, muito mais do que brasileiros atrás de referências externas, foram os próprios estrangeiros, sejam eles Bob Mignogna, Rick Irons, Jim Kempt0n, Keiko Beatie, Sean Davey, Céline Chat, Nathan Paul Gibbs, Jay Alders, Sunny Abberton, Zack Gill, Matt Costa, G.Love ou Donavon Frankenreiter, que buscaram na fonte Brasil o porquê desse povo tão feliz possuir uma cultura surf tão absolutamente forte quanto. Os brasileiros, nós, realizamos o Festival Alma Surf junto de nossos irmãos, os do mundo, demos um show de cultura, de alegria e harmonia. A família Alma Surf entrou definitivamente para a história, e, hoje, podemos agradecer a todos e dizer que nós, os brasileiros, temos o maior festival da cultura surf do mundo."
"A exposição de pranchas proposta pela IV Mostra do Surf aliou shape e arte, artistas e shapers, surfistas, na composição de uma só obra, uma só mensagem, todas focadas sobre o tema consciência. A confecção conceitual do shape com artes interpretativas sobre o tema da exposição produziu um efeito fantástico e colorido de sentimentos, levando os apreciadores desse elo do surfista com o oceano ao êxtase de emoções. Feitas em conjunto com a Srfrider Foundation Brasil, as pranchas irão a leilão em 2008, e a verba arrecadada, revertida à Surfrider, promoverá ações ambientais no litoral norte de São Paulo, dando continuidade aos movimentos estimulados pela Alma Surf. Agradecimentos especiais a todos os artistas, shapers e fábricas de pranchas (kronig, Zecão, Wet Works, Surface, Lightning Bolt, Twin, Rip Wave, Akiwas, PMD, By Pastor, Shine, Water Classic, Viking, Electra, Newton Miranda, Auckland, Calibre, Diamond Heads, A Flora, TBS, New Advanced) que participaram da exposição, valorizando o evento e o movimento IV Mostra Internacional da Arte e Cultura Surf. A Exposição Consciência, inédita e profunda, promoveu acima de tudo o encontro de surfistas que acreditam em um mundo melhor e que têm um estilo de vida centrado no amor pelo oceano, mar e ondas." Textos de Adriano Vasconcelos, editor da revista Alma Surf publicados por Tiago Matulja pois expressam verdadeiramente todo sentimento que ficou deste incrível festival.
Obrigado à revista Alma Surf, ao editor, amigo e curador Adriano Vasconcelos (acima ao lado da prancha exposta na Oca do Ibirapuera), Romeu Andreata, publisher e à toda família Alma Surf.

A Flora na ESPN

Mensagem originalmente postada em Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

Videorreportagem sobre a Mostra Internacional de Arte e Cultura Surf - 2007 feita pela ESPN no dia 09/11/07 na Oca em São Paulo, o filme traz algumas cenas do video Carving de Roberto Vezzone sobre Daniel Hess da Hess Surfboards que faz pranchas ocas de madeira na california. Aguinaldo Melo, video reporter, Romeu Andreatta, publisher da revista Alma Surf, Ciro Bicudo, artista plástico, Tiago Matulja, shaper designer e Robert Mignogna, editor da revista Surfing falam um pouco sobre a arte e a cultura surf.

Revista Alma Surf - 07/07, Tag Meio Ambiente - Alma Surf magazine, Enviroment Tag

Mensagem originalmente postada em Quinta-feira, 26 de Julho de 2007.

Um pouco de reconhecimento é sempre bem vindo, além da grande honra de mostrar ao Brasil um pouco do nosso trabalho. Agradecimento especial a Marilia Besser e Adriano Vasconcelos editor da revista Alma Surf por botarem fé que é possível o surf contribuir para a saúde do planeta e deixarem sua chancela de "Soul Surf" em nosso produto.
Errata: Para evitar confusões, esclareço que diferente da forma como saiu na matéria, o selo verde não é dado à marcenarias, carpintarias ou prancheiros e sim a plantadores e madeireiros que fazem o manejo das áreas e o beneficiamento desta madeira. O que nós fazemos é tentar ao máximo utilizar material que tem o selo verde, dessa forma contribuindo com o meio ambiente.
Tiago Matulia, como saiu na revista é a pronuncia para o nome Tiago Matulja, em sua forma escrita. A legenda das fotos também saiu errada, à esquerda está o Kiko e à direita Tiago.